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Março 2015
24

Facas Review - Psycho e Dead Inside: O que esperar de Drones?

Depois de um 2nd Law fraco, Muse volta após aproximadamente 3 anos com o álbum Drones, no dia 5 de Junho.

Com dois singles já lançados, Psycho no dia 12 de Março e Dead Inside, no dia 23, Muse já deu sinais do que se esperar de Drones. E o que a gente pode esperar?

Para os fãs que consideram o sensacional álbum de 2001 Origin of Symmetry o seu auge, vale bem a pena a espera. Psycho veio com tudo. Com basslines de arrepiar e guitarras fortes, a música é um retorno a um lado mais escuro e mais intenso da banda, fazendo com que Muse se afaste da leveza e do parado 2nd Law.

Após “love is our resistance”, “our love is madness”, Matt dessa vez surge com um começo já chutando o pau da barraca “love, it will get you nowhere” e um plus com a frase “Your ass belongs to me now” no refrão, ecoando em alto e bom som. 

Frases como essas, fazem da música uma sátira, uma raiva mais direta do que nunca. Sem filosofar, sem letras profundas, a música dá lugar a palavras carregadas e uma maldade nunca vista antes do coraçãozinho de Bellamy, o que ajuda a colocar Psycho próxima a outras canções de hard rock com tal conteúdo. 

Dead Inside surge como algo mais comercial, puxando pro lado de “Undisclosed Desires”, de Resistance e “Madness”, de 2nd Law. Como uma montanha-russa de emoções, a música pode ser facilmente comparada com Depeche Mode e outras canções melódicas dos anos 80. 

A música não consegue ser tão intensa como o primeiro single Psycho, ao invés disso, ela aproveita ganchos pop e solos de guitarra curtos, ao longo de uma letra cortante de um relacionamento que vai por água abaixo.

Matt Bellamy descreveu a canção como “uma tomada escura sobre uma história de amor”, que faz parte da narrativa global Drones. "Dead Inside é onde a história do álbum começa, onde o protagonista perde a esperança e se torna ‘morto por dentro’, portanto, vulnerável às forças das trevas introduzidas em Psycho e que seguirá nas próximas canções do álbum, revoltando-se e superar essas forças obscuras mais tarde na história”, diz Bellamy. “É o início do álbum… Só há realmente duas músicas do álbum que têm temas do amor, e esse é o tipo de música sobre perder a esperança e perder a ideia do amor e outras coisas, então o álbum vai para um lado escuro. E depois há uma canção chamada Aftermath, que é uma espécie de final da narrativa, se quiser, em que a pessoa re-encontra o amor de novo ”, finaliza o músico. 

#muse   #drones   #facasnabota   #review   #mari   #musica   
Março 2015
02

Lean On tá no ar!

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Nada melhor que acordar provando novidades musicais, né? Saiu nessa madrugada o single Lean On, nova parceria entre Major Lazer, Dj Snake e MØ. A canção foi liberada para stream e download via iTunes e, cá entre nós, é uma maravilha pra ouvir logo cedo! Aperta o play e vem provar essa delícia com a gente. 

#Major Lazer   #MØ   #Dj Snake   #gica   #música   
Março 2015
01

O poder da carioquice

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Enquanto Criolo afirma que não existe amor em SP, quem visita o Rio de Janeiro exalta o quanto essa cidade deixa qualquer um mais envolvido pelos sentimentos. Gosto de dizer que esse é o poder da carioquice. Você mal chega na cidade e bate aquela sensação acolhedora como se estivesse na sua casa. O carisma de todos ao redor é contagiante, do taxista até o vendedor de biscoito Globo (sim, biscoito). A cada esquina que você para, pessoas com personalidades incríveis e apaixonantes acabam compartilhando um pouco de seus mundos contigo.

Você acha graça do sotaque, se perde um pouco na quantidade de gírias que todos falam. Vê a galera fazendo figa pra fazer sol no dia seguinte e todo mundo conseguir pegar uma praiana. Se deixa levar por pequenas tradições cariocas sem saber o significado, como aplaudir o pôr do sol na pedra do Arpoador. Acha incrível como todo mundo ali parece ser mais bronzeado que você, até mesmo quem afirma não ir à praia há tempos. Para num barzinho e vê amigos compartilhando seus problemas com um sorriso ácido no rosto e fazendo piada de suas desgraças. Como pode esse pessoal não perder o rebolado nem em meio aos problemas cotidianos?

Todo mundo parece ter intimidade com qualquer pessoa e você acha isso sensacional. Até o garçom é chamado deforma diferente! Parece que todo mundo é irmão, parente ou algo do tipo.

“Ô meu bom, traz aquele churrasquinho no capricho e desce gelo aí pra nós!”

Você entra no ritual de “lapear” nos fins de semana, já que isso é compromisso “de lei” com os amigos. Vê que todo mundo se chama de “cara”, independente do sexo e fica meio confuso, mas acha até legal. Na volta pra casa, mesmo quando você fica preso no trânsito, é possível ver alguma paisagem de arrancar suspiros pela janela. E se não tiver nenhuma vista boa pros lados, é só olhar um pouco pro alto em qualquer canto que esteja que esteja você encontra o Cristo Redentor te olhando de braços tão abertos quanto a cidade. Todo mundo vai trabalhar a semana toda esperando ansiosamente pela sexta-feira. E ocasionalmente o pessoal anima de celebrar carnaval fora de época (!!!), o que te faz perder um pouco a noção de que fevereiro já pode ter passado.

Se o Rio de Janeiro é apaixonante, os cariocas são igualmente. Você começa uma conversa tímida com qualquer um deles até na fila do supermercado e, quando se dá conta, já está “marcando de fazer alguma coisa qualquer dia” com eles. Tanta carioquice no sangue é compartilhada com tamanho fervor que pode ser considerada transmissível. E acredite: quem já se deixou levar por esse espírito tão marrento quanto cativante tem dentro de si a gratidão em peso até hoje. Porque o poder da carioquice é esse: Cativar, somar, semear o amor e a alegria. Mostrar o quanto a vida pode ser gostosa de se viver mesmo perante a situações nada boas. Fazer a musicalidade caótica da vida se transformar em poesia e bossa nova. Rir por estar, ser ou se sentir pertencente em alma ao Rio de Janeiro, a cidade que retribui com tanto amor e boas vibrações todo o carinho que sentimos por ela. E cá entre nós, não existe nada melhor do que essa sensação.

Feliz aniversário ao meu, ao seu, ao nosso Rio de Janeiro. E parabéns a todos que tem o espírito da carioquice dentro de si!


Foto: Gisele Lima (sem filtro, até porque desde quando o Rio precisa de algum efeito pra ficar lindo? ♥)

Fevereiro 2015
24

Retrospectiva do Oscar 2015: melhores momentos

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Ontem tivemos uma noite agitada acompanhando a premiação mais importante do cinema mundial, o 87º Oscar. Muitas surpresas envolveram essa edição, entre elas o fato de que Birdman tornou-se o favorito da noite, desbancando o comentado e trabalhoso Boyhood. Como sabemos que nem todos conseguiram resistir e caíram nos braços de Morfeu antes do término da premiação, resolvemos fazer uma mini retrospectiva com nossos highlightsdos melhores momentos da cerimônia.

  • Desde o red carpet, Lady Gaga atraiu a atençãode todos. Pra quem se acostumou com os looks incomuns da cantora, a satisfaçãofoi feita graças às luvas que a cantora usou na composição que, convenhamos,estava mais ok do que as que costumamos presenciar. Nada próximo do padrão quea mesma costuma vestir nas premiações, mas o uso do acessório de modo maisexcêntrico chamou a atenção dos internautas. E como a internet não perdoa…Vários memes foram criados, um melhor que o outro.
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  • Falando em memes, Meryl Streep pode não terlevado nenhuma estatueta, mas devia ganhar um prêmio pela sua reação perante odiscurso de Patricia Arquette, vencedora do prêmio de melhor atriz coadjuvantepor Boyhood. Ela se empolgou de tal maneira que soltou gritinhos, apontou e fezmil outros gestos que geraram os memes mais compartilhados nas redes sociaisdurante o horário da apresentação.


As apresentações da noite, que por sinal nãoforam poucas, ficaram devidamente impecáveis. Como somos babonas no quesitomúsica, poderíamos passar a semana inteira falando de cada apresentação, masdeixaremos aqui apenas algumas das nossas favoritas, que foram Lost Stars (Maroon 5), Glory (John Legend e Common) e The Sound Of Music (Lady Gaga). A primeira, que ficou fofíssima na voz de Adam Levine, é tema do filme Begin Again. Legend e Common homenagearam Martin Luther King e a plateia se emocionou a ponto de vivenciar um momento Eu Tô Bem Triste coletivo. Já a mother monster rainha de nossos corações homenageou os 50 anos do filme “A Noviça Rebelde” e deixou todo mundo sem fôlego com tamanho esplendor. Julie Andrews ficou toda boba (e nós também)!




Se ano passado o minutinho da pizza que Ellen DeGeneres fez roubou a cena do Oscar (junto da selfie mais amor de todas), o que chamou a atenção dessa vez foi o Oscar de LEGO que circulou entre o público presente. Onde que clica pra arrumar um desse? Quero mandar pro DiCaprio!

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  • Os discursos da noite roubaram a cena e todos tiveram uma questão em comum: direitos humanos. John Legend falou sobre a defesa da igualdade racial, arrancando lágrimas de todos os presentes. Eddie Redmayne dedicou seu prêmio a todos os pacientes que lidam com esclerose lateral amitriófica (ELA) e Julianne Moore defendeu a visibilidade dos pacientes com Alzheimer. Graham Moore falou em prol da diversidade e Patricia Arquette empoderou milhares de mulheres pelo mundo ao soltar seu discurso pela igualdade de direitos e salários para as mulheres no EUA. Confira aqui abaixo cada um dos discursos.

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Largando a emoção da retrospec de lado, dá uma espiada na lista de vencedores. Se você fez bolão com suas apostas em cada categoria, cruza os dedos aí!

Melhor ator coadjuvante
J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”)

Melhor figurino
“O Grande Hotel Budapeste” – Milena Canonero

Melhor cabelo e maquiagem
“O Grande Hotel Budapeste” – Frances Hannon, Mark Coulier

Melhor filme estrangeiro
“Ida” (Polônia)

Melhor curta de ficção
“The Phone Call” – Mat Kirkby e James Lucas

Melhor documentário curta-metragem
“Crisis Hotline: Veterans Press 1″ – Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry

Melhor mixagem de som
“Whiplash: Em Busca da Perfeição” - Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley

Melhor edição de som
“Sniper Americano” – Alan Robert Murray, Bub Asman

Melhor atriz coadjuvante
Patricia Arquette, “Boyhood – Da Infância à Juventude”

Melhores efeitos visuais
“Interestelar” - Paul Franklin, Andrew Lockley, Ian Hunter e Scott Fisher

Melhor curta de animação
“O Banquete” – Patrick Osborne e Kristina Reed

Melhor longa de animação
“Operação Big Hero” – Don Hall, Chris Williams e Roy Conli

Melhor desenho de produção
“O Grande Hotel Budapeste” – Adam Stockhausen e Anna Pinnock

Melhor montagem
"Whiplash”

Melhor fotografia
Emmanuel Lubezki – “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)”

Melhor documentário
“Citizenfour” - Laura Poitras, Mathilde Bonnefoy e Dirk Wilutzky

Melhor trilha sonora original
“O Grande Hotel Budapeste” – Alexandre Desplat

Melhor roteiro original
Alejandro González Inarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo, “Birdman"

Melhor edição
“Whiplash – Em Busca da Perfeição” – Tom Cross

Melhor canção original
“Glory”, by John Stephens e Lonnie Lynn (“Selma”)

Melhor roteiro adaptado
Graham Moore, “O Jogo da Imitação”

Melhor direção
Alejandro G. Iñárritu – “Birdman”

Melhor ator
Eddie Redmayne (“A Teoria de Tudo”)

Melhor atriz
Julianne Moore (“Para Sempre Alice”)

Melhor filme
“Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)”

#Oscars 2015   #Oscars   #pate   #gica   #michelly   
Fevereiro 2015
03

AMAL ALAMUDDIN: MRS. DEFENSORA DOS DIREITOS HUMANOS

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Amal Ramzi Alamuddin, nascida em Beirute, Líbano, em plena guerra civil, deixou o país com seus pais e irmãos e se instalou na Inglaterra. Pertence a uma família de drusos, descendentes da religião islâmica, porém não considerados, pelos próprios, como mulçumanos. Formada pela Universidade de Oxford e mestre pela Escola de Direito de Nova York em direitos humanos, internacional, penal e extradição, Amal atua em um dos escritórios de advocacia mais importante da Inglaterra e já defendeu grandes casos como o de Julian Assange (WikiLeaks) e da ministra da Ucrânia, Yulia Tymoshenko.

Não acaba por ai não. Ela também é ativista e autora, fala três línguas fluentes (árabe, inglês e francês), é conselheira do ex-secretário geral das nações unidas, Kofi Annan, na Síria e está na lista de advogadas mais bonitas do país. Uma mulher faca na bota que representa muito bem a força feminina em um meio profissional extremamente misógino. Mesmo mostrando ser um mulher de perfil incrível e carreira brilhante, é citada em matérias de revista e afins unicamente como “a mulher de George Clooney”. Como assim?

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O casamento de Amal e George aconteceu ano passado em Veneza, Itália e foi sublime e encantador como todas as revistas, tabloides e sites mostraram. O casal aparenta estar feliz e extremamente apaixonado um pelo outro. Não me entenda mal, mas existem vários tipos de contribuições que podemos deixar para a humanidade e a parcela que cabe a essa mulher não está sendo devidamente celebrada, pois o que importa para a mídia é o fato dela ser casada com um galã de cinema e quais estilistas e grifes ela usa.

Na cerimônia de entrega do Golden Globe Awards 2015 as comediantes Amy Poehler a Tina Fey estavam apresentando o prêmio, com um texto muito bem humorado e afiado. Em certo ponto do discurso, elas mostraram, intencionalmente ou não, o quão ridículo soa prestar homenagem para, de formal geral (apesar terem focado apenas no marido de Amal), uma pessoa pelos seus “feitos” no cinema, interpretando advogados, gênios da física, ativista e libertários, quando no instante presente um deles na verdade está bem ali, entre eles, aplaudindo.

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(George Clooney casou esse ano com Amal Alamuddin. Amal é uma advogada de direitos humanos que trabalhou no caso Enron com Kofi Annan e foi selecionada como integrante da comissão de três pessoas sobre a investigação de crimes de guerra na faixa de gaza, nas Nações Unidas. Então nessa noite, seu marido está recebendo um prêmio sobre “suas realizações em vida”). Todos riram é claro, mas a marca desse tapa na cara entrou pra história.

Hoje a libanesa naturalizada inglesa, Amal Clooney, completa trinta e cinco anos e no auge do seu porte e elegância, não parece estar inclinada a ocupar o espaço que a mídia insiste em colocá-la e continua mostrando que há mais a se fazer do que “desfilar” em um chanel haute couture. (E ela também pode fazer isso perfeitamente)

Amal assumiu o caso da Armênia contra Dogu Perinçek (líder dos trabalhadores da Turquia), no qual Dogu é acusado de cometer genocídio contra o povo armênio, em 1915. Atualmente abordada por um jornalista do Telegraph em pleno tribunal, direcionando-lhe a pergunta “O que você está usando?” respondeu polidamente “Estou usando Ede & Ravenscroft” marca que confecciona as becas dos juízes e advogados.

Não parece que o prêmio sobre realizações em vida foi entregue para Mr. Clooney por engano? Há quem diga que sim. 

Janeiro 2015
15

Saiu a lista de indicados ao Oscar!

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A espera acabou! Depois de tanta espera e expectativa do público, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou na manhã dessa quinta-feira (15) a lista completa de indicados ao Oscar 2015.

Filmes como “Birdman”, “Boyhood” e “O Grande Hotel Budapeste” estão entre os com maior número de indicações e, como esperado, os filmes citados e vencedores do Golden Globe Awards aparecem em peso nas indicações. Uma surpresa para muitos foi a indicação do documentário “O sal da terra”, que fala sobre o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado.

A premiação acontece no dia 22 de fevereiro. Já decidiu seu favorito em cada categoria?

Veja abaixo a lista de indicados:

Melhor filme

“Sniper americano”
“Birdman”
“Boyhood: Da infância à juventude”
“O grande hotel Budapeste”
“O jogo da imitação”
“Selma”
“A teoria de tudo”
“Whiplash”

Melhor diretor

Alejandro Gonzáles Iñárritu (“Birdman”)
Richard Linklater (“Boyhood”)
Bennett Miller (“Foxcatcher: Uma história que chocou o mundo”)
Wes Anderson (“O grande hotel Budapeste”)
Morten Tyldum (“O jogo da imitação”)

Melhor ator

Steve Carell (“Foxcatcher”)
Bradley Cooper (“Sniper americano”)
Benedict Cumbertatch (“O jogo da imitação”)
Michael Keaton (“Birdman”)
Eddie Redmayne (“A teoria de tudo”)

Melhor ator coadjuvante

Robert Duvall (“O juiz”)
Ethan Hawke (“Boyhood”)
Edward Norton (“Birdman”)
Mark Ruffalo (“Foxcatcher”)
JK Simons (“Whiplash”)

Melhor atriz

Marion Cotillard (“Dois dias, uma noite”)
Felicity Jones (“A teoria de tudo”)
Julianne Moore (“Para sempre Alice”)
Rosamund Pike (“Garota exemplar”)
Reese Whiterspoon (“Livre”)

Melhor atriz coadjuvante

Patricia Arquette (“Boyhood”)
Laura Dern (“Livre”)
Keira Knightley (“O jogo da imitação”)
Emma Stone (“Birdman”)
Meryl Streep (“Caminhos da floresta”)

Melhor filme em língua estrangeira

“Ida” (Polônia)
“Leviatã” (Rússia)
“Tangerines” (Estônia)
“Timbuktu” (Mauritânia)
“Relatos selvagens” (Argentina)

Melhor documentário

“O sal da terra”
“CitizenFour”
“Finding Vivian Maier”
“Last days”
“Virunga”

Melhor documentário em curta-metragem

“Crisis Hotline: Veterans Press 1”
“Joanna”
“Our curse”
“The reaper (La Parka)“
"White earth”

Melhor animação

“Operação Big Hero”
“Como treinar o seu dragão 2”
“Os Boxtrolls”
“Song of the sea”
“The Tale of the Princess Kaguya”

Melhor roteiro original

Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris Jr. e Armando Bo ("Birdman”)
Richard Linklater (“Boyhood”)
E. Max Frye e Dan Futterman (“Foxcatcher”)
Wes Anderson e Hugo Guinness (“O grande hotel Budapeste”)
Dan Gilroy (“O abutre”)

Melhor roteiro adaptado

Jason Hall (“Sniper americano”)
Graham Moore (“O jogo da imitação”)
Paul Thomas Anderson (“Vício inerente”)
Anthony McCarten (“A teoria de tudo”)
Damien Chazelle (“Whiplash”)

Melhor fotografia

Emmanuel Lubezki (“Birdman”)
Robert Yeoman (“O grande hotel Budapeste”)
Lukasz Zal e Ryszard Lenczewski (“Ida”)
Dick Pope (“Sr. Turner”)
Roger Deakins (“Invencível”) 

Melhor edição

Joel Cox e Gary D. Roach (“Sniper americano”)
Sandra Adair (“Boyhood”)
Barney Pilling (“O grande hotel Budapeste”)
William Goldenberg (“O jogo da imitação”)
Tom Cross (“Whiplash”)

Melhor figurino

Milena Canonero (“O grande hotel Budapeste”)
Mark Bridges (“Vício inerente”)
Colleen Atwood (“Caminhos da floresta”)
Anna B. Sheppard e Jane Clive (“Malévola”)
Jacqueline Durran (“Sr. Turner”)

Melhor maquiagem e cabelo

Bill Corso e Dennis Liddiard (“Foxcatcher”)
Frances Hannon e Mark Coulier (“O grande hotel Budapeste”)
Elizabeth Yianni-Georgiou e David White (“Guardiões da Galáxia”)

Melhor trilha sonora

Alexandre Desplat (“O grande hotel Budapeste”)
Alexandre Desplat (“O jogo da imitação”)
Hans Zimmer (“Interestelar”)
Gary Yershon (“Sr. Turner”)
Jóhann Jóhannsson (“A teoria de tudo”)

Melhor canção
“Everything is awesome”, de Shawn Patterson (“Uma aventura Lego”)
“Glory”, de John Stephens e Lonnie Lynn (“Selma”)
“Grateful”, de Diane Warren (“Além das luzes”)
“I’m not gonna miss you”, de Glen Campbell e Julian Raymond (“Glen Campbell…I’ll be me”)
“Lost Stars”, de Gregg Alexander e Danielle Brisebois (“Mesmo se nada der certo”)

Melhor edição de som
Alan Robert Murray e Bub Asman (“Sniper americano”)
Martín Hernández e Aaron Glascock (“Birdman”)
Brent Burge e Jason Canovas (“O hobbit: A batalha dos cinco exércitos”)
Richard King (“Interestelar”)
Becky Sullivan e Andrew DeCristofaro (“Invencível”)

Melhor mixagem de som
John Reitz, Gregg Rudloff e Walt Martin (“Sniper americano”)
Jon Taylor, Frank A. Montaño e Thomas Varga (“Birdman”)
Gary A. Rizzo, Gregg Landaker e Mark Weingarten (“Interestelar”)
Jon Taylor, Frank A. Montaño e David Lee (“Invencível”)
Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley (“Whiplash”)

#oscar 2015   #gica   #cinema   
Janeiro 2015
14

Faça amor, não faça jogo - Resenha

 

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“Limitar-se é um problema.
Limitar o sentimento é o pior deles.”
(Ique Carvalho)

Ultimamente eu tenho sido movida pelo amor. Corro atrás dele a todo instante sem cansar. No meio de tanta correria, descobri esse livro que me caiu como uma luva para o início de 2015. “Faça amor, não faça jogo” reúne textos do Ique Carvalho, autor do blog The Bro Code. Vi que muitas pessoas se deixaram levar pela subjetividade do título na livraria, então vou esclarecer uma coisinha aqui logo pra ajudar: o livro fala sobre amor, mas não é só na perspectiva homem-mulher. Ele leva o significado dessa palavra-sentimento a outros níveis que não vemos com tanta frequência em livros. Retrata amor em família, relacionamento entre amigos e infinitos outros aspectos. É super gostoso de ler e te deixa transbordando de amores involuntariamente.

Esse é um daqueles livros que você começa a ler sem o menor compromisso e de repente encontra-se devorando cada página como se sua vida dependesse disso. Ah, e quando você acaba de ler, fica com vontade de reler cada texto vez ou outra só pra resgatar o feeling de tudo que o Ique escreveu ou refletir sobre alguma situação da vida. Sabe aquele papo de “alma transbordando”? Pega esse conceito e leva pro lado sentimental. É bem assim que cada texto presente nesse livro se apresenta pro leitor. É tudo muito puro, verdadeiro, intenso e sincero. Cada palavra e experiência são exibidas de modo tão honesto e cheio de emoção que fica difícil do autor não cativar quem lê.

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Não só o autor merece os parabéns, mas toda a equipe que trabalhou na preparação desta obra. As imagens, diagramação e todo o projeto gráfico ficaram muito bem elaborados. Colocaram até QR codes no início de cada crônica para direcionar o leitor à trilha sonora indicada pelo livro a cada capítulo. Incrível! Te garante uma imersão muito maior em tudo que tá escrito (e ainda te faz sentir o mesmo clima de quando lê o blog do Ique, já que ele sempre indica uma música específica pra ouvir enquanto dá uma lidinha nos textos)

Admito que virei fã de carteirinha desse cara. Quem me conhece, sabe que não sou de muitos sentimentalismos, mas ler esses trabalhos do Ique mexeram comigo. Aliás, caso algum dia ele leia esse post, queria deixar aqui meu sincero muito obrigada. Gratidão eterna pelas palavras, sentimentos e pelo nível de sinceridade compartilhado tão abertamente em cada texto. Que venham outros livros daqui pra frente e que as palavras do senhor Carvalho continuem tocando o coração de muitas pessoas por aí!

E pisquei três vezes. ♥

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Titulo: Faça Amor, Não Faça Jogo

Autor: Ique Carvalho

Editora:  Gutenberg

Número de Páginas: 224

Gênero: Não-Ficção/Autoajuda – Autobiografia

Avaliação: 5/5

(Imagens: letterofwinter e Gisele Lima)

Janeiro 2015
12

FFWMAG: moda e comportamento

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Para falar dessa revista de moda sensacional e 100% brasileira, tenho antes que apresentar vocês ao Fashion Forward, plataforma de conteúdo voltado para moda e cultura. A FFW é uma iniciativa lançada em 2010 pela Luminosidade, empresa de Paulo Borges, idealizador e diretor artístico do São Paulo Fashion Week. Sua carreira no mundo da moda começou nos anos 80, trabalhando para Vogue Brasil e posteriormente produzindo desfiles para estilistas brasileiros.

O Fashion Forward (FFW) é uma referência para o calendário de moda brasileiro, almejando ser o principal canal desse tipo no país e além do seu conteúdo digital, possui um caderno na revista trimestral FFWMAG.

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Meu contato com a revista (duas últimas edições de 2014) veio através de uma amiga, e a primeira coisa que me chamou a atenção foi sua encadernação e páginas, onde as imagens parecem ganhar mais classe e relevância. Começando com seu diferencial de diagramação e roupagem, a revista se destaca de qualquer outra.

Em comemoração aos 20 anos do SPFW, inverno 2015, sua 39ª edição trás como capa a top Gisele Bündchen para representar o tema “WE’VE GOT THE POWER”. Os editoriais são esplendorosos, a revista fala sobre o cenário da moda nacional e internacional, contando e mostrando as novidades mais quentes e também matérias com nomes relevantes no cenário de tendências contemporâneas.

São grandes nomes da indústria espalhados por mais de 200 páginas e a cada trimestre novos conceitos e debates são apresentados para os leitores. O custo da revista vale o conteúdo. Você pode adquirir através do site ou em uma livraria Cultura. O clássico e inovação fazem parte da mistura que leva a FFWMAG para outro patamar. Icônica e acessível para quem gosta de entretenimento e quer estar por dentro do que está em alta no mundo da moda.

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Equipe do Portal

Diretor: Augusto Mariotti

Editora-Chefe: Camila Yahn

Redatora: Sarah Lee

Repórteres: Marcela Duarte e Mariana Pontual

Mídias Sociais: Daniel Ayub

Editora de Moda: Erika Palomino (ex-colaboradora)

FFW http://ffw.com.br/

FFWMAG http://ffw.com.br/ffwmag/39/

Loja online FFWSHOPhttp://www.ffwshop.com.br/

Preço FFWMAG: (19,90R$).

#moda   #comportamento   #magazine   #dica   #pate   
Janeiro 2015
09

Mais uma série da Marvel Studios veio para dominar a nossa telinha, será?

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Em um tempo onde as mulheres serviam apenas para atender telefones e servir cafezinhos, eis que se destaca Peggy Carter, uma mulher muito faca na bota, avançada no seu tempo. Carter é uma agente da SSR (Reserva Científica Estratégica, futura S.H.I.E.L.D), pouco valorizada no seu ambiente de trabalho, sendo deixada de lado dos principais casos e tratada apenas como uma secretaria. Em 1946, ela se encontra com uma ótima oportunidade em mãos quando Howard Stark (Pai de Tony Stark, nosso homem de ferro) ressurge com uma proposta para Carter voltar a ação em uma investigação. Howard que só confia em Peggy, precisa que ela encontre os responsáveis pelo roubo de sua mais nova criação, um composto altamente explosivo. Com a ajuda do mordomo mais adorado nos quadrinhos da Marvel, Edwin Jarvis, a serie vai focar examente na SSR tentando pegar Howard, por achar que ele é um traidor e Carter tentando livrar a cara dele ao mesmo tempo se esquiva da SSR para não a descobrirem.

Agente Carter, o grande amor do Capitão America, traz humor, ação, espionagem tudo em um sotaque inglês delicioso de se ouvir, e uma atmosfera retro, mostrando exatamente o universo da nossa querida heroína da Marvel.

Uma série que apenas com dois episódios já mostra para o que veio, e já está sendo considerada a melhor série da Marvel até o presente. Lembrando que Peggy Carter é a primeira protagonista a ganhar produção própria pela Marvel.

Pois bem, esperamos que mais personagens dos quadrinhos ganhem lugar na TV. Por favor,  há tanta coisa boa pra se mostrar. Se jogue no sofá e aprecie essa serie e nos conte depois o que vocês acharam. OK? <3

Janeiro 2015
01

O 2014 da Pate: batuque bom

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Um ano definitivamente tumultuado. Começar a trilhar novos caminhos nunca é fácil e se adaptar aos novos lugares e rotinas se tornou algo muito mais incrível do que imaginava para meu ano. Primeiro emprego, primeiro semestre na universidade tão sonhada, novos objetivos nascendo e sonhos antigos se concretizando. Eu particularmente pensei que nesse ano muitas coisas pelas quais passei não chegariam a se realizar e é claro, outras simplesmente aconteceram e sem expectativas no caminho, posso dizer que as vivi sem medo.

Os amigos das antigas não poderiam faltar, reencontros e desencontros, novas pessoas chegando pra fazer parte da minha história. E o que seriamos sem essas pessoas? Não tem como construir um “best seller” sem nossos queridos personagens, diálogos, momentos e ações. A vida constantemente vem me ensinando que algumas pessoas vêm, entram na sua vida e cumprem seu papel, mas simplesmente não podem permanecer, e os motivos, colocamos numa caixinha e seguimos em frente. Já outras passam a ter lugar cativo e imprimem sentimentos pelos quais palavras nenhumas me fariam ser tão grata. Deus sabe.

2015 já começou e minhas resoluções foram: ME DOAR. Não passei de branco, e mesmo não sendo muito ligada a essas tradições, o verde da esperança foi minha cor escolhida para a virada. Espero que esse ano seja incrível, mas espero ser incrível para o universo também. Vamos vibrando positividade e refletindo o que há de bom por ai. E essas foram as músicas que marcaram meu ano glorioso:

#pate   #2014   #retrospectiva   
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